O Conselho Europeu de Ressuscitação fez publicar as Guidelines 2005 para RCP.
Os algoritmos de ressuscitação básica e avançada no adulto e na criança foram actualizados, e dado que foram efectuadas algumas alterações, publicamos aqui alguns de forma simplificada.
Poderá obter mais informações em www.erc.edu
O Grupo de Formação





À luz dos conhecimentos actuais, consideram-se 4 as atitudes que determinam um bom socorro às vítimas de Paragem Cárdio-respiratória:
Surge assim o conceito de Cadeia de Sobrevivência que traduz um conjunto de acções que “ligam” uma vítima de Paragem Cardíaca Súbita à sua sobrevivência

O rápido acesso ao sistema de emergência médica assegura o início da cadeia de sobrevivência. Cada minuto sem chamar socorro reduz as possibilidades de sobrevivência.
Para o funcionamento adequado deste elo é fundamental que quem presencia uma determinada ocorrência seja capaz de reconhecer a gravidade da situação e saiba activar o sistema de emergência, p.ex., ligando 112.
Para que uma vítima em perigo de vida tenha maiores hipóteses de sobrevivência é fundamental que sejam iniciadas de imediato, no local onde ocorreu a situação, manobras de suporte básico de vida. Isto só se consegue se quem presencia a situação tiver a capacidade de iniciar o suporte básico de vida.
O SBV permite ganhar tempo, mantendo alguma circulação e alguma ventilação até se conseguir desfibrilar ou até a chegada de pessoal diferenciado para instituir os procedimentos de Suporte Avançado de Vida.
A maioria das paragens cardio-respiratórias no adulto ocorre devido a uma perturbação do ritmo cardíaco a que se chama fibrilação ventricular (FV).
Esta perturbação do ritmo cardíaco caracteriza-se por uma actividade eléctrica caótica, de todo o coração e, como tal, não é bombeado sangue para o organismo.
O único tratamento eficaz para esta arritmia é a desfibrilação que consiste na aplicação de um choque eléctrico, externamente, a nível do tórax da vítima, para que ao atravessar o coração possa parar a actividade caótica que este apresenta.
Este elo da cadeia é uma "mais valia". Nem sempre a desfibrilação por si só é eficaz, ou, por vezes, a desfibrilação pode não estar indicada.
O SAV permite conseguir uma ventilação mais eficaz (através da entubação traqueal) e uma circulação também mais eficaz (através da administração de fármacos).
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