1. SITUAÇÃO
O estado do tempo continuará a ser condicionado pela depressão THERESE centrada a sul da Região Autónoma da Madeira, em deslocamento para sul/sueste, mantendo-se as previsões de instabilidade, que a partir da manhã de amanhã, segunda-feira, 23 de março, deverão começar a diminuir de forma gradual.
Assim, prevê-se, até à manhã da próxima terça-feira, 24 de março, a manutenção de períodos de céu muito nublado, com ocorrência de aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoada no território regional.
O vento será fraco a moderado do quadrante leste, por vezes forte nas terras altas.
2. EFEITOS EXPECTÁVEIS
Em função das condições meteorológicas previstas é expectável:
3. MEDIDAS PREVENTIVAS
O Serviço Regional de Proteção Civil, IP-RAM recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, e nas áreas mais expostas, se recomenda a adoção das principais medidas preventivas para estas situações, nomeadamente:
1. SITUAÇÃO
Na sequência do comunicado anterior, prevê-se um agravamento das condições meteorológicas a partir da tarde de hoje, dia 19 de março (quinta-feira), pelos menos até ao dia 20 de março (sexta-feira), nomeadamente
2. EFEITOS EXPECTÁVEIS
Em função das condições meteorológicas previstas é expectável:
3. MEDIDAS PREVENTIVAS
O Serviço Regional de Proteção Civil, IP-RAM recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, e nas áreas mais expostas, se recomenda a adoção das principais medidas preventivas para estas situações, nomeadamente:
• Adotar medidas de autoproteção adequadas e planear as deslocações em antecipação, sobretudo face ao período mais adverso, evitando a exposição ao risco.
• Garantir a desobstrução dos sistemas de drenagem pluvial, removendo inertes e outros objetos suscetíveis de ser arrastados ou de obstruir o escoamento das águas.
• Assegurar a fixação adequada de estruturas soltas, como andaimes, placards e estruturas suspensas.
• Adotar cuidados acrescidos na circulação e permanência em áreas arborizadas, face à possibilidade de queda de ramos e árvores por ação do vento forte.
• Adequar comportamentos e atividades às condições meteorológicas previstas, evitando deslocações desnecessárias ou para zonas afetada
• Respeitar as interdições e condicionamentos no acesso a áreas previamente sinalizadas.
• Não circular por zonas com prédios degradados, devido ao risco de derrocadas.
• Ter especial cuidado nas zonas montanhosas, vertentes expostas e zonas costeiras.
• Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial atenção à possível formação de lençóis de água nas vias e formação de gelo.
Evitar a travessia por zonas inundadas, prevenindo o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas.
• Não circular em vias afetadas pela acumulação de neve.
• Respeitar as interdições dos acessos às zonas com neve.
• Garantir que os sistemas de aquecimento dos veículos se encontram em bom estado de funcionamento;
• Evitar circular naquelas vias com veículos pesados, em particular articulados, veículos com reboque e veículos de tração traseira.
• Evitar deslocações desnecessárias enquanto persistirem as condições adversas.
• Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil nas redes sociais e aplicação e das Forças de Segurança.
1) SITUAÇÃO
O estado do tempo será influenciado pelo enfraquecimento do anticiclone, associado à aproximação da depressão, centrada entre os arquipélagos dos Açores e da Madeira, que deverá condicionar o tempo para a Madeira e Porto Santo até ao início da próxima semana.
Prevê-se um agravamento das condições meteorológicas a partir de amanhã, dia 17 de março (terça-feira), pelo menos até ao próximo dia 20 de março (sexta-feira), nomeadamente:
Em função das condições meteorológicas previstas é expectável:
3) MEDIDAS PREVENTIVAS
O Serviço Regional de Proteção Civil, IP-RAM recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, e nas áreas mais expostas, se recomenda a adoção das principais medidas preventivas para estas situações, nomeadamente:
1. SITUAÇÃO
Entre a tarde de hoje (3 de março) e amanhã (4 de março), a Região Autónoma da Madeira vai estar sob a influência de uma corrente de norte forte devido ação conjunta da depressão Regina, centrada a leste da ilha da Madeira, em deslocamento para sueste, e do anticiclone localizado na região dos Açores.
Assim prevê-se:
• Ocorrência de aguaceiros, mais intensos e frequentes na vertente norte e terras altas da ilha da Madeira e em especial até ao final da manhã de quarta-feira (4 de março).
• Queda de neve até ao início da noite de hoje (3 de março).
• O Vento forte a muito forte (35 a 60 km/h) de norte, com rajadas até 95 km/h, sendo até 120 km/h nas terras altas, diminuindo para rajadas até 80 km/h e até 100 km/h nas terras altas no início de quarta-feira (4 de março). A partir do início da manhã de amanhã, o vento irá diminuir gradualmente para moderado a forte, com rajadas até 75 km/h nas terras altas. No Funchal o vento será fraco a moderado do quadrante norte.
• Agitação marítima forte na costa norte da ilha da Madeira e do Porto Santo, com ondas de noroeste com 5 a 6 metros de altura significativa, diminuindo gradualmente para 2 a 3 metros a partir da manhã de quarta-feira (4 de março). Na costa sul da ilha da Madeira as ondas serão de oeste/sudoeste com 1 a 2,5 metros, sendo 3 a 4,5 metros na parte oeste até meio da manhã de quarta-feira (4 de março).
2. EFEITOS EXPECTÁVEIS
Em função das condições meteorológicas previstas é expectável:
• Possibilidade de queda de ramos ou árvores, com eventual afetação das infraestruturas de comunicações e energia.
Arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, bem como o desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, devido a episódios de vento forte, podendo provocar acidentes com veículos em circulação ou com transeuntes na via pública.
• Piso rodoviário escorregadio, devido à existência de gelo e possível formação de lençóis de água.
• Ocorrência de inundações em zonas urbanas.
• Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis.
• Desmoronamento de muros de suporte ou taludes.
• Galgamentos costeiros.
• Queda de neve.
3. MEDIDAS PREVENTIVAS
O Serviço Regional de Proteção Civil, IP-RAM recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, e nas áreas mais expostas, se recomenda a adoção das principais medidas preventivas para estas situações, nomeadamente:
• Adotar medidas de autoproteção adequadas e planear as deslocações em antecipação, sobretudo face ao período mais adverso, evitando a exposição ao risco.
• Garantir a desobstrução dos sistemas de drenagem pluvial, removendo inertes e outros objetos suscetíveis de ser arrastados ou de obstruir o escoamento das águas.
• Assegurar a fixação adequada de estruturas soltas, como andaimes, placards e estruturas suspensas.
• Adotar cuidados acrescidos na circulação e permanência em áreas arborizadas, face à possibilidade de queda de ramos e árvores por ação do vento forte.
• Adequar comportamentos e atividades às condições meteorológicas previstas, evitando deslocações desnecessárias ou para zonas afetadas.
• Respeitar as interdições e condicionamentos no acesso a áreas previamente sinalizadas.
• Não circular por zonas com prédios degradados, devido ao risco de derrocadas.
• Ter especial cuidado nas zonas montanhosas, vertentes expostas e zonas costeiras.
• Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial atenção à possível formação de lençóis de água nas vias e formação de gelo.
Evitar a travessia por zonas inundadas, prevenindo o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas.
• Não circular em vias afetadas pela acumulação de neve.
• Respeitar as interdições dos acessos às zonas com neve.
• Garantir que os sistemas de aquecimento dos veículos se encontram em bom estado de funcionamento;
• Evitar circular naquelas vias com veículos pesados, em particular articulados, veículos com reboque e veículos de tração traseira.
• Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil nas redes sociais e aplicação e das Forças de Segurança.
AVISO À POPULAÇÃO – 03 / 2026
CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS ADVERSAS - DEPRESSÃO REGINA
MEDIDAS PREVENTIVAS
1. SITUAÇÃO
O estado do tempo será influenciado por uma corrente intensa de norte, associada à aproximação da depressão Regina, que no dia 3 (terça-feira) se encontrará centrada a leste da Região Autónoma da Madeira. Esta depressão deslocar-se-á gradualmente para sudeste, deixando de condicionar o estado do tempo a partir da manhã do dia 4 (quarta-feira). No dia 5 (quinta-feira), prevê-se a aproximação e passagem de uma superfície frontal fria, originando céu muito nublado, diminuindo de nebulosidade a partir do final da tarde. Estão previstos períodos de chuva a partir da manhã de dia 5 (quinta-feira), passando a regime de aguaceiros a partir do final da tarde, sobretudo na vertente norte e terras altas.
Assim prevê-se:
• Períodos de céu muito nublado, com ocorrência de aguaceiros, em especial na vertente norte e terras altas.
• Precipitação de neve nos pontos mais altos da ilha da Madeira e, ocasionalmente, de granizo, hoje, dia 2 e amanhã, dia 3 (terça-feira).
• Vento forte de norte, com rajadas até 95 km/h, sendo forte a muito forte, com rajadas até 120 km/h nas terras altas, entre até ao dia 4 (quarta-feira).
2. EFEITOS EXPECTÁVEIS
Em função das condições meteorológicas previstas é expectável:
• Possibilidade de queda de ramos ou árvores, com eventual afetação das infraestruturas de comunicações e energia.
• Arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, bem como o desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, devido a episódios de vento forte, podendo provocar acidentes com veículos em circulação ou com transeuntes na via pública.
Piso rodoviário escorregadio, devido à possível formação de lençóis de água.
• Ocorrência de inundações em zonas urbanas.
• Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis.
• Desmoronamento de muros de suporte ou taludes.
• Galgamentos costeiros.
3. MEDIDAS PREVENTIVAS
O Serviço Regional de Proteção Civil, IP-RAM recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, e nas áreas mais expostas, se recomenda a adoção das principais medidas preventivas para estas situações, nomeadamente:
• Adotar medidas de autoproteção adequadas e planear as deslocações em antecipação, sobretudo face ao período mais adverso, evitando a exposição ao risco.
• Garantir a desobstrução dos sistemas de drenagem pluvial, removendo inertes e outros objetos suscetíveis de ser arrastados ou de obstruir o escoamento das águas.
• Assegurar a fixação adequada de estruturas soltas, como andaimes, placards e estruturas suspensas.
• Adotar cuidados acrescidos na circulação e permanência em áreas arborizadas, face à possibilidade de queda de ramos e árvores por ação do vento forte.
• Adequar comportamentos e atividades às condições meteorológicas previstas, evitando deslocações desnecessárias ou para zonas afetadas.
• Respeitar as interdições e condicionamentos no acesso a áreas previamente sinalizadas.
• Não circular por zonas com prédios degradados, devido ao risco de derrocadas.
• Ter especial cuidado nas zonas montanhosas, vertentes expostas e zonas costeiras.
• Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial atenção à possível formação de lençóis de água nas vias.
• Evitar a travessia por zonas inundadas, prevenindo o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas.
• Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil nas redes sociais e aplicação e das Forças de Segurança.
A chamada é gratuita.
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